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11.2.09

Biominimalismo

Volta às aulas na faculdade, minha mãe internada há quase duas semanas, os vídeos para o dvd do Modelos vivos em fase de finalização, canções novas surgindo aos montes, reforma da casa etc.: coisas que me impediram de comentar um post do querido Xará Domeneck que não-pode-porque-não-pode deixar de ser lido e devidamente discutido: “(…) como eu estava decidido a questionar a noção de "objetividade" na poesia-crítica brasileira que, em minha opinião, mascarava uma poética extremamente "monolítico-subjetiva", mas inconsciente de suas próprias constrições ideológicas e condicionamentos individuais, o uso de Bas Jan Ader de seu próprio corpo e biografia, num aparente "narcisismo" (já fui admoestado em textos críticos sobre meu trabalho ou em diálogos com amigos sobre um possível "subjetivismo narcisista" em minha poesia, por usar meu próprio corpo em meus vídeos ou "autobiografia" em meus textos) mostrava o que para mim era e é uma est-É-tica que exige o uso apenas daquilo que o próprio corpo do artista ou poeta pode produzir e prover, como vejo também nas obras de Eva Hesse e José Leonilson: uma espécie de biominimalismo.”


Quem quiser ler o texto na íntegra, clique aqui. A foto foi emprestada daqui.