
Tempos, por aqui, de muita concentração. Para poder estruturar minhas primeiras performances deste ano que promete bastante: dia 21 de março, em Curitiba, no Museu de Arte da UFPR, a inédita A ferro e fogo, na abertura da exposição homônima do artista plástico Jorge dos Anjos; dia 25 da mesma semana, no Parque Lage, Rio de Janeiro, Música para modelos vivos movidos a moedas, para abrir a mostra Poéticas expositivas (de que participo ao lado de Lenora de Barros, Adolfo Montejo Navas, Ana Linnemann, Eduardo Coimbra e Victor Arruda), que tem curadoria assinada por Sônia Salcedo de Castillo. Nas duas ocasiões aproveito para lançar o livro Modelos vivos.
